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Flash x Flex: e no final, é tudo flash.

No blog de Keith Peters li hoje um post(link externo) que diz o seguinte: “Goodbye Flex Builder”. A Adobe vai chamar o produto Flex Builder de Flash Builder. Eu concordo plenamente.

O ponto de partida de que o Flex Builder produz apenas Flex é um erro grande. É possível usar o Flex Builder para produzir aplicações Flash sem o uso de MXML. E conheço várias pessoas – a maioria na gringa – que usa o Flex Builder para produzir aplicações Flash.

O argumento de Peters é válido: tome o Visual Studio da MS. É possível desenvolver Windows Form com o Visual Studio. Mas nem por isso o chamam de Windows Form Studio. E no caso do Flex Builder a diferença é mais acentuada: o produto final é Flash. E isso faz diferença. Tem um bocado de gente que gosta de dizer que faz “Flex” e não “Flash”. Muitos para tentar com isso gerar vantagens financeiras ou por orgulhos suspeitos, etc. Utilizando o framework do Flex para aplicações, ou desenvolvendo jogos e outras ferramentas que não fazem uso de Flex, o “studio” deve mesmo se chamar Flash Builder.

Não que o framework Flex não seja bom. Eu mesmo, pelo que percebi, gosto mais de Flex do que Keith Peters dá a entender. Mas de qualquer forma, já está na hora de começar acabar com essa confusão. E a iniciativa da Adobe é acertada.

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